Arquivo do dia: 02/11/2007

(WC-5) BEM, AMIGOS DA REDE BOWLING …

43.ª COPA MUNDIAL DE BOLICHE QUBICA AMF
3 a 11 de novembro de 2007 – Continental Bowling – São Petersburgo, Rússia

… agora em definitivo!

Ufa! Finalmente, depois de três dias sem acessar a internet, consegui contato com o mundo virtual. Eita! Acumulou tanta coisa pra contar pra vocês que nem sei por onde começar.

Será melhor pelo começo, né?

No dia 31 de outubro, quarta-feira, cheguei cedo ao aeroporto de Cumbica para evitar maiores complicações no embarque para minha viagem à Rússia. Ainda bem que fiz isso, porque o pessoal da Infraero resolveu fazer greve e iniciaram uma operação padrão, com apenas um raio X operando. Nem precisa dizer que as filas ficaram gigantescas em apenas alguns minutos …

A saída do vôo 505 da Lufthansa atrasou mais de meia hora, esperando uns 30 coitados que não conseguiam passar pela alfândega a tempo de embarcar. Alguns poucos conseguiram, outros não.

A viagem foi muito tranqüila, apesar das onze horas de duração.

Conheci pessoalmente o Rafael Gasparini, jogador da federação gaúcha, um piloto amador simpático e pé-quente, que está indo como convidado para a Copa Mundial Qubica AMF.

Em razão da ausência de alguns passageiros, eu e o Rafael ficamos sozinhos na fileira de quatro poltronas do Boeing gigante da Lufthansa, o que aumentou muito o nosso conforto, tornando a viagem mais agradável ainda.

Chegamos no mega-aeroporto de Frankfurt, na manhã da quinta-feira, onde faríamos a conexão para São Petersburgo, à noite. Aproveitamos o tempo disponível e fomos para o centro comercial da cidade, fazer umas comprinhas.

Voltamos para o aeroporto com tempo de sobra para o check-in russo.

Aí começaram os problemas. Os vistos de entrada, meu e do Rafael, eram de 1.º a 11 de novembro, e os do Marcelo e da Roseli eram de 2 a 12 de novembro. O agente da imigração russa não quis conversa e vetou o embarque dos nossos jogadores. Felizmente eles conseguiram remarcar o vôo para o dia seguinte, sexta-feira, pela manhã, mas tiveram que dormir nos bancos do aeroporto. O Marcelo me contou que a 1h da manhã apagaram todas as luzes e só ligaram novamente as 4h.

Enquanto isso, o Rafael e eu chegávamos à São Petersburgo. Para não pagar excesso de bagagem ficamos com parte das malas da Roseli (com o Rafael) e do Marcelo (comigo). As bolas de boliche deram luz vermelha pra mim, mas a vistoria foi rapidíssima e logo fui liberado. Ainda bem que não pararam o Rafael porque ia ficar difícil pra ele explicar uma mala com calcinhas e sutiãs … hahaha

aBIRAços