Arquivo do dia: 08/11/2008

44.ª COPA MUNDIAL (6): RENAN TREINANDO

7 a 15 de novembro de 2008
Hermosillo, México – Boliche Bol 300

Renan Zoghaib
Treino oficial, sábado, 8 de novembro

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44.ª COPA MUNDIAL (5): IMPRESSÕES EM VÍDEO

O Herbert Bickel do www.bowlingdigital.com não pode vir, mas o simpático Flávio Cuva, o videomaker do Bowling Digital está aqui. E já produziu um belo trabalho em vídeo sobre as primeiras horas em Hermosillo.

Vale a pena ver, pois ele conseguiu captar o que sentimos quando chegamos em algum lugar do mundo para participar de um evento dessa dimensão.

Para ver o vídeo de alta qualidade, técnica e pessoal, clique aqui…

44.ª COPA MUNDIAL (4): PRIMEIRA HISTÓRIA…

A gente sempre tem história pra contar quando viajamos … então… aí vai a primeira daqui de Hermosillo, México. E é de motorista de taxi, como aconteceu na Rússia

Nesta sexta-feira eu, a Katia e o Renan fomos para o Boliche Bol 300. Eles para um treino de reconhecimento e eu para conversar com o pessoal que conheci em outras copas mundiais, ver as instalações, a sala de imprensa, etc.

Após essa “fase de reconhecimento”, lanchamos rapidamente e voltamos para o hotel de táxi, porque o ônibus oficial ainda não estava circulando.

O motorista, mal entramos no carro, colocou uma música tipica mexicana e a Kátia, sem imaginar o que estava por acontecer, gritou um “oba” e fez alguns movimentos de dança com o corpo. Pronto, bastou para o cara achar que estava agradando e aumentou o volume da música. Muito. Acho que no máximo.

A gente não entendia bem o que estava acontecendo. Ficamos olhando um para o outro e a música, estilo sertanejo mexicano, estourando os nossos tímpanos…

O Renan estava sentado no banco da frente, ao lado do motorista. Eu e a Kátia atrás.

Para ver se o guapo se tocava e abaixava o volume, o Renan puxou conversa com ele mas não adiantou. Ele não ouvia as frases do Renan e aproximou a cabeça para conseguir entender alguma coisa (???). Nos entreolhamos curiosos, por que raios ele simplesmente não abaixava o volume?

Aí a central do taxi chamou o motorista pelo rádio, e ele não conseguia ouvir o que falavam. E NÃO ABAIXAVA O VOLUME… Parecia uma conversa maluca numa pista rave de dança.

Bem, o rapaz não abaixou o volume até chegarmos ao hotel e os quinze minutos da viagem se tornaram intermínáveis. Mal ele parou o táxi nós três praticamente pulamos fora ao mesmo tempo, rindo do ocorrido mas sem entender o porque daquele nonsense musical.