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TEMPO TÃO FELIZ… (8)

Há quase 30 anos a Caixa Econômica Federal, administradora da Loteria Federal do Brasil, ilustrou os bilhetes da 1.619.ª extração com uma imagem homenageando o esporte Boliche.

Passadas essas três décadas, pouco há o que comemorar,
então só nos resta recordar…
[img:bilhete_loteria_federal_boliche.jpg,resized,vazio]
O sorteio ocorreu em 7 de julho de 1979, e os números sorteados foram:
1.º prêmio – 05197
2.º prêmio – 40518
3.º prêmio – 34151
4.º prêmio – 67530
5.º prêmio – 51324

(colaboração: José Luiz Veiga)

TEMPO TÃO FELIZ… (7)

(Essa dica foi do Benê Villa)

Em 1996, na Copa Mundial AMF, realizada na Irlanda do Norte, havia quatro brasileiros nas finais… assistindo… o show do recordista filipino Paeng Nepomuceno sobre o norte americano Drew Hylen.

Vejam a foto…
[img:amf1996_brasileiros.jpg,resized,vazio]

…e confiram o vídeo:

O fantástico canhoto Paeng Nepomuceno detém até hoje dois recordes mundiais do Guiness Book: foi o mais jovem campeão mundial aos 19 anos em 1976 e é o único campeão mundial e vencer quatro títulos em três décadas diferentes (1976-Teerã/Irã, 1980-Jacarta/Indonésia, 1992-Le Mans/França e 1996-Belfast/Irlanda do Norte, esse foi vinte anos após o primeiro título).

Paeng foi escolhido como “World Bowler of the Year” por três vezes (1984, 1985 e 1992) pela World Bowling Writers, uma Associação com mais de 300 escritores de 40 países.

A máxima organização mundial do boliche, a FIQ, escolheu Paeng como o “International Bowler of the Millennium” entre 100 milhões de praticantes.

TEMPO TÃO FELIZ… (6)

1995 – 31.ª COPA MUNDIAL AMF DE BOLICHE

São Paulo já foi sede do maior evento mundial de boliche, realizado ininterruptamente há 43 anos. Em 1995 o Planet Bowling, então recém inaugurado, recebeu atletas de 57 países diferentes na 31.ª Copa Mundial de Boliche. Patrocinado pela Pin 1 distribuidora autorizada pela AMF para a América Latina.

Nessa época o Planet Bowling era o maior boliche da América do Sul, com cinqüenta pistas (26 no andar superior, existentes até hoje) e mais 24 no piso térreo, as quais foram transferidas em 2006 para o Tiger Bowling, também na capital paulista.

A colocação final na divisão masculina foi a seguinte:
Campeão: Patrick Healey, Jr., Estados Unidos
Vice-campeão: Nobuyuki Takahama, Japão
3.o lugar: Daniel Falconi, Méxic.
Jogos Finais:
1. Patrick Healey USA ganhou de Nobuyuki Takahama por 237 a 222
2. Nobuyuki Takahama ganhou de Daniel Falconi por 237 a 179
3. Daniel Falconi ganhou de Jack Guay por 244 a 190
4. Jack Guay ganhou do super-campeão mundial Paeng Nepomuceno por 219 a 194
O representante brasileiro foi Hikari Kato que ficou na 40.a posição com 4456 pontos.

A divisão feminina ficou assim:
Campeã: Gemma Burden, Inglaterra
Vice-campeã: Kendra Cameron, Estados Unidos
3.o lugar: Susanne Olsson, Suécia
Jogos Finais:
1. Gemma Burden ganhou de Kendra Cameron por 197 a 175
2. Kendra Cameron ganhou de Susanne Olsson por 165 a 142
3. Susanne Olsson ganhou de Jeanette Baker por 170 a 162
4. Jeanette Baker ganhou de Lupita Gongora por 178 a 157
A brasileira Dayse Silva ficou na 18a. posição com 7625 pontos.

Vejam o vídeo da final masculina, ocorrida no par de pistas 5-6 entre Takahama e Healey. É possível identificar o técnico norte-americano Fred Borden, o ex-presidente da Federação Paulista José Carlos Marin, de barba e fones de ouvido, o Sr. Richard, ex-proprietário do Planet , entre outros.

A final feminina entre Cameron e Burden

TEMPO TÃO FELIZ… (5)

CARCARAWeb“ESTORIETA ESPORTIVA – BOLICHE
(da série Arqueológica do Blog do Fernando Cals, publicada lá em 12.10.2004)

1964, dezembro, batizado da minha primeira filha, Andréa, o boliche estava em alta. No Rio e em São Paulo os boliches, todos em condições precárias (isso eu veria bem mais tarde, quando começaram a aparecer os boliches de qualidade, automáticos, de competição), pululavam pelo Rio todo. Mais ou menos umas quinze casas do gênero. Era o barato da época!

Comecei meio sem querer, pois ainda não havia assimilado bem a idéia de arremessar uma bola de mais de sete quilos, pela noite a fora. Resistia aos convites. Mas, nesse dia do batizado da Andréa, com amigos e primos que já jogavam, fui (fomos, eu e Verinha) jogar no boliche Gávea.

Como nunca havia jogado, além de observar alguns caras que jogavam bem, tentei ver qual a semelhança com algum dos esportes que praticara. Imediatamente fiz uma analogia com o basquete, achando que a corrida para o arremesso do boliche tinha algo a ver com a bandeja do basquete e fui me ajeitando. Já no fim da noite, não jogava mais a bola na canaleta.

Nunca mais parei de jogar boliche, esporte que pratiquei até o ano 2001 quando mudei para Correas e, dadas as péssimas condições das pistas locais, arquivei bolas, sapatos, luvas e demais “geringonças” do jogo. Com muita pena, pois adorava jogar boliche.

Dessa data, meu primeiro encontro com o boliche, foi um pulo para eu começar a me interessar pelos campeonatos. Jogava bem, tinha uma boa disponibilidade física e entrei nas primeiras equipes oficiais dos boliches da época. Joguei primeiro na equipe do Pax, boliche de Ipanema, depois fizemos um equipe, Gemini 5, com minha mulher, minha irmã e meu cunhado, todos nascidos sob o signo de Gêmeos. Pura e gostosa brincadeira.

A partir daí, a coisa ficou séria, alguns amigos formaram uma equipe, fui convidado e… foi um pulo! Nascia o Carcará; e deu certo! Muito certo!

O CARCARÁ!!!
No primeiro Rio/São Paulo do esporte (já começavam a existir as Federações e clubes de boliche), disputamos bem, mas chegamos em quarto lugar. Ganhou uma equipe de São Paulo, se não me engano, do Corintians. Grande equipe!

Ficamos ligados e montamos, para o Rio/SP de 1970, uma equipe mais forte, apoiada no grupo básico inicial (Guido, o fundador, Felipe, Bob e Fernandão), trouxemos um cara que era (foi durante muito tempo) um dos craques da modalidade, Toninho Carvalho, incorporamos o Costa, grego engraçadissimo e bom jogador, veio o Ivan (o Doutor), um médico que jogava esquisitamente, mas muito eficiente, e fomos a luta.

CarcaraAnos70RioSP2Web

A EQUIPE!

Moral da estória: ao fim de quatro meses de disputas, fomos campeões com quatro rodadas de antecedência, dando início ai, a hegemonia do Carcará, no Rio e no Brasil, até meados dos anos 90.

Muitas vitórias e muita estória pra contar.

TEMPO TÃO FELIZ… (4)

É recente mas já entrou para a história do boliche brasileiro …

Recebi do Marcos Simões Vaz uma ótima dica de vídeo no YouTube, com strikes do Rodrigo Hermes no IV Catalunha Open – Troféu Galasa, disputado em 2007, no qual Rodrigo foi vice-campeão embolsando € 5.000.
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TEMPO TÃO FELIZ… (3)

Essa foto é histórica!
Foi o Mário Valbom, atual presidente da Federação Paulista de Boliche quem enviou … Continuar lendo

TEMPO TÃO FELIZ… (2)

Outro recorte que o Toninho Luiz me enviou … sobre a primeira participação oficial do Boliche nos Jogos Pan-Americanos … Continuar lendo

TEMPO TÃO FELIZ… (1)

Um e-mail que recebi do Toninho Luiz, veterano jogador paulista, me animou a abrir essa série sobre o boliche de décadas passadas. Tenho algum material que recebi de vários colaboradores que é, no mínimo, curioso.
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